Ministério da Cidadania, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa e Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro,
Prefeitura do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura e Lei Municipal de Incentivo à Cultura – Lei do ISS apresentam:

Big Data: os dados estão rolando

No painel A palavra é big data: novos dados de consumo e novos negócios, executivos falam sobre a era da transformação digital e a inteligência da estratégia de dados

Empresas do mundo inteiro vivem o mesmo drama: como alcançar e manter a relevância no ambiente disruptivo em que vivemos? E alcançá-lo de modo rápido, no ritmo do mundo atual, antes que seja tarde. Foi neste contexto (quase) apocalítico que um termo surgiu como um mantra salvador: big data.

O imenso volume de dados que sobrecarrega as empresas é o novo Eldorado. Mas os palestrantes do painel A palavra é big data: novos dados de consumo e novos negócios advertem: o big data não é como Big Mac que você segura com as duas mãos, coloca na boca e simplesmente empurra com uma coca-cola gelada. Se o organismo não souber digerir e processar essas informações, o que entrar pela boca não vai fazer a menor diferença. Pode até causar indigestão.

Como alerta o editor da Revista Inteligência Empresarial, Marcos Cavalcanti, “os dados não falam por si mesmos. Tudo depende dos interesses e objetivos de quem os interpreta.” E é aí que mora o desafio: aliar capacidade analítica e visão estratégica.

Rebecca Barros, da Accenture, concorda com Marcos. “O big data está no contexto da grande transformação digital que, com o suporte das novas tecnologias, está nos trazendo uma nova percepção da realidade.”

Para mostrar com a análise desses dados pode gerar valor e se reverter em vantagem competitiva, o painel contou com breves apresentações do diretor geral da Rede Telecine, Eldes Mattiuzzo, e do CEO da Globo.com, Wanderley Baccalá, mostrando como o big data tem sido utilizado em suas empresas.

Mas a interferência mais interessante e disruptiva do painel coube ao CEO da Drumwave. “Os dados não falam ou somos nós que não falamos com ele?”, provocou André Vellozo. “Enquanto falarmos de big data como uma coisa amedrontadora, que a gente não conhece e que acontece numa máquina distante vamos acha-lo uma coisa do outro mundo. Mas é só uma questão de acharmos a linguagem e a abordagem corretas para que isso faça parte do nosso dia a dia. Em pouquíssimo tempo, todos estarão lidando com seus dados.”

Velloso lembra que seis anos atrás ninguém era um “mídia person”. Hoje, todos nós postamos, opinamos e influenciamos nas redes sociais sem o menor constrangimento. Daqui a três anos, segundo ele, seremos “data person”. E, aí sim, lidar com o big data vai ser tão fácil como comer um Big Mac.

Ministério da Cidadania, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa e Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro,
Prefeitura do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura e Lei Municipal de Incentivo à Cultura – Lei do ISS apresentam:

patrocinadores

fique conectado