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Logística, futuro e disrupção

Como projetos como o Hyperloop e o empoderamento tecnológico estão revolucionando os conceitos de mobilidade e transporte

Nem todo futuro é cem por cento digital. Para irmos do Rio a São Paulo ou transportamos cargas para Xangai, Johanesburgo ou Nova York ainda não dispensamos os velhos meios de transporte. Velhos? Empoderado pela tecnologia, o setor de logística tem apresentado soluções e serviços que, até agora, só tínhamos visto em filmes de ficção científica. Para falar delas, o Rio2C reuniu Ricardo Penzin, diretor de desenvolvimento de negócios da Hyperloop; João Cumerlato, CEO e fundador da Greenpass; e Michael Nicklas, sócio gerente da Valor Capital.

Rio a São Paulo em 20 minutos

O grande destaque do painel foi o Hyperloop, um meio de transporte futurista que pode chegar aos 1200 km/h e reduzir uma viagem entre Rio de Janeiro e São Paulo a prosaicos vinte minutos. Segundo Penzin, o veículo transporta passageiros e cargas em cápsulas que se movem dentro de tubos metálicos com ar de baixa pressão. Pense num avião sem asas que trafega sobre trilhos, sem tocá-los. É mais ou menos isso.

Apesar da complexidade, o Hyperloop não é um daqueles projetos que nunca saem do papel. “Em dois anos, ele será implantado em linhas comerciais nos 12 contratos que a empresa já fechou mundo afora”, avisa Penzin.

Tecnologia do simples

Voltada para soluções em logística e mobilidade urbana, a Greenpass desenvolve soluções inovadoras, simples e eficientes que tragam inclusão social e qualidade de vida. Em sua palestra, João Cumerlato defendeu a utilização de um sistema único e integrado de TAGS eletrônicas, cujo impacto melhoraria a fiscalização, a segurança, o controle e a redução de custos em nossas estradas e praticamente todo ecossistema logístico.

Disrupção logística

A Valor Capital não é uma empresa de tecnologia e nem tampouco do ramo de transportes, mas tem sido uma espécie de combustível para a disrupção no setor de logística. Baseado em Nova York, o fundo de capital de risco tem escritórios em São Paulo e no Vale do Silício, e investe em startups com propostas logísticas transformadoras e empoderadas pela tecnologia. Pequenas empresas que, longe de serem uma Hyperloop, revolucionem de modo contagioso nossos conceitos e serviços de mobilidade e transporte.

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