Cardápio do futuro

Por essa ninguém esperava. Imagine sentar-se à mesa de um restaurante, pedir um bom filé mignon e comê-lo sem o menor traço de culpa, sabendo que nenhum animal foi abatido por seu momento de prazer gastronômico? 

Pois é o que o encontro entre empreendedorismo, ciência e tecnologia está possibilitando no campo da alimentação, dentre várias inovações sustentáveis de que tratou o painel "Comida e saúde num mundo super habitado", na Sala de Inovação da Rio2C, no dia 26. 

Proteína “limpa”
Uma revolução alimentícia está em curso e um de seus braços é a reinvenção da produção e do consumo de proteína. Empresas como a Memphis Meats, representada no painel da Rio2C pela diretora de marca Maria Macedo, estão propondo uma fonte limpa, sustentável e ecologicamente correta para nossos churrascos de fins de semana: a carne produzida em laboratório. 

A ciência do processo é a mesma da engenharia de tecidos, utilizada na medicina. Em vez de cultivar tecido para transplante de órgãos, amostras de células são usadas para gerar gordura e músculo com fins alimentares. Portanto, nada de fazendas, abatedouros e pastos gigantescos. É 100% carne de verdade e 0% animal. Dá para acreditar?
Outro projeto fantástico é o da Farm.One, que produz vegetais, plantas e hortaliças raras em fazendas verticais urbanas. Por exemplo: o Alex Atala (que é mesmo cliente deles) quer usar um tempero da Indonésia que jamais foi cultivado no Brasil. A Farm.One desenvolve o método de cultivo – usando uma combinação de hidroponia e iluminação LED – cria uma horta com o produto e começa a fornecer para o D.O.M, que é o estreladíssimo restaurante do Atala. 
A experiência à mesa nunca mais vai ser a mesma. 

 

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De 3 a 8 de abril de 2018 na Cidade das Artes, Rio de Janeiro

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